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terça-feira, 19 de abril de 2011

Nada

Coisas minhas....
Minhas coisas...
Sentimentos que pairam e que não os consigo ultrapassar!
Quero e desejo que tudo se concretize, que tudo assente no lugar certo!
Porquê??? Esta interrogação deve ser feita por milhares de pessoas que procuram as respostas de algo mais concreto...
Que se passa? Perguntarão alguns de vós (poucos, bem sei!).
Nada... e tudo...
Simplesmente apeteceu-me escrever que TODA A GENTE TEM ALMA E SENTIMENTOS....

domingo, 19 de setembro de 2010

Casa Árvore

Hoje lembrei disto!


Quando era pequena (digo os meus 9/10 anos) imaginei ter uma casa árvore, talvez influência do Tom Sawyer e do seu amigo Huck.
Lá andava eu no Mundo da Lua, a olhar para qual seria a melhor arvore para colocar a minha casinha, onde eu teria guardado os meus diários, as minhas coisinhas tão únicas e importantes.
A minha casinha árvore de madeira, ainda a consigo imaginar:  com uma portinha pequena e janelinhas (tudo em miniatura), lá dentro existia um baú, um banco branco, uma jarra de flores e uma cama de trapos onde eu veria as estrelas…Coitadinha de mim, tão pura e inocente!

Sonhava que de lá via o Mundo, que lá estaria protegida de tudo e de todos.

Passado anos, cá estou eu, com uma casa de cimento bruto, realmente num sítio bem alto, onde deslumbro a maravilhosa cidade e onde o Mundo continua lá fora, sem a minha casinha árvore!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Francisco

È sempre tão bom ter um bébé por perto!
São queridos, fofinhos, honestos e um pequeno apetite de simplicidade.
Deixo-vos umas fotos do meu pequeno sobrinho Francisco. Deliciem-se e voem connosco!

terça-feira, 30 de março de 2010

Os meus meninos


É um post que se encontrava na forja há já muito tempo.
Estes são os meus meninos, os meus gatinhos: o Gaspar e a Rosa.
Neste momento, não estão própriamente comigo, mas um dia já estiveram e vivemos juntos passagens alucinantes, momentos de alegria, minutos de brincadeiras, dias de angústia, enfim momentos próprios da Vida.
Acompanharam-me durante alguns anos e eu continuo a Voar com eles, dentro da minha Alma e apertadinhos no meu coração.
Hoje senti a falta deles e decidi terminar este slide. Se os tivesse comigo, hoje seria um dia de ronronadelas, de miminhos e carinhos. Hoje estou doente, mas eles seriam o comprimido para me acalmar e o remédio de cura.

Até contava muitas histórias sobre os meus meninos (desde o miar enquanto eu tomava banho até ao voo da Rosa de um terceiro andar), mas acho melhor não! Talvez outro dia, num outro post, num outro Voo.

Pergunto-me muitas vezes se eles ainda se lembraram de mim? Decerto que não! Mas, acreditem que o tempo passa e ficam os pensamentos e a saudade...
Agora, vou eu ronronar para a minha almofada e ficar com um gatinho também bem quentinho!
Continuem a Voar e ronronar comigo.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia do Pai

"NESTE DIA DO PAI



Vou sofrendo a minha dor

Por alguém que já partiu,

E a saudade desse amor

Para sempre me feriu.



Mas um grito de coragem

Do meu peito hoje me sai

Pra deixar justa homenagem

Àquele que foi meu pai.



Não esqueço a bondade

Com que sempre me criou,

Nesse berço de amizade,

Tantas vezes me embalou.

...

Tanta mágoa me deixou

Nessa hora da partida

Que minha alma ficou

Desgostosa toda a vida



Se eu tivesse portador

Com certeza mandaria

Um abraço cheio de amor

A lembrar-lhe este seu dia.



Que a paz seja seu brilho

Aí no Céu onde o pai está,

Que na terra este seu filho

Nunca mais o esquecerá. "

RAMA LYON


Mesmo separados, eu  lembro-me de ti e sinto sua falta.

E sendo hoje o dia dos pais, eu pensei em dizer o quanto és e sempre serás importante para mim, e o quanto eu tenho saudades do Teu amor.
Acima de tudo pai, e apesar de estar daí, eu Amo-te  e quero-te agradecer por este dia.
Recebe um beijo e o meu abraço verdadeiro, com amor.

De quem Voa por ti, neste Mundo!








terça-feira, 16 de março de 2010

Existe sempre uma primeira vez!

Existe sempre uma primeira vez!!!

Mas, quando começa a ser a segunda vez, o caso muda de figurinha, Ahhhh pois é!

Ontem fez dois anos que conheci uma das pessoas mais importantes da minha vida, mas acham que tive direito a uma flor, ou a um bombom? Nada disso! E como tal, fez-se boa cara e continuamos em frente, no jogo. Afinal o caminho da vida é seguir em frente.

Este meu post, não é uma queixa, mas sim um pedido: Peço a todos que poisam aqui, para festejarem pelo menos as datas com algum significado. Dias não são dias e amanha é sempre tarde demais.

Terei sempre de trepar até á Lua para sentir a sua Luz!
Terei sempre que aprender a esvoaçar, porque a vida é feita de momentos muitos desiguais.
Amanhã é outro dia, porque quero fazer o dia de amanhã melhor que o de hoje!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Quatro meses!

Quando eu finalmente parei de me lamentar, senti a minha Vida a abrir-se devagarinho. Sorrateiramente, com muito algum cuidado, deixei-a entrar na minha alma.
Não sei explicar porque resisti tanto. Porque agarrei o medo, a angústia, a tristeza... sempre tendo como referencia o meu passado.
Talvez, “apego”, seja a palavra justa para definir a dificuldade da transformação, ou seja, deixar para trás os anos e os momentos.
Na altura agarrava o que não devia, cultivava sentimentos depreciáveis, ou seja, não vivia sobrevivia (isso sim!, ou não...) e tudo o que era construído á minha volta, nem sequer tinha muita importância .
Lamentei, em parte, o caminho percorrido, esperneei pela falta, chorei a ausência de tudo e de nada, em vez de viver o presente.
Até um dia que fui presenteada pela chamada felicidade! Sim, Felicidade! A vida é um presente, embrulhado com papel dourado de muito valor agregado e presa por uma fita colorida da mais pura alegria.

Hoje, posso senti-lo encostado a mim com o seu calor. Posso ouvi-lo sussurrar ao meu ouvido. Posso sentir as suas mãos doces a tocar no meu rosto. Posso cheirar o seu aroma a hortelã( talvez por ser puro Ribatejano!).
Bom, hoje não importa a saudade, não temo pelo que já fui e já vivi.

Hoje quero agradecer pelo crescimento do nosso amor, da nossa amizade, da nossa humildade e lealdade! No entanto, confesso que tive medo! (mas, já passou!)
Quero agradecer pelo seu amor, pela sua persistência e pela sua paciência! (tenho dias que sou intragável!)
Quero agradecer por ter esperado, esperado pelo meu momento.
Quero pedir-lhe que fique, pois, agora só sei que dentro de mim o lugar é dele.

Mor (para abreviar e á bom português) temos vivido momentos que jamais esquecerei.
Muito obrigado por existires... e Parabéns por 4 meses de amor...
Continua a Voar a meu lado!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Sem estrelas

É engraçado ver a evolução de um Ser Humano, mesmo numa fase mais adulta.

Certas pessoas aparecem nas nossas vidas com sinceridade e honestidade. Ao longo dos anos estes adjectivos vão se transformando em adjectivos menos bonitos, na minha óptica e chamo-os de outro nome: convencimento e arrogância. Até podem pensar que são coisas de gajas, mas é verdade!

Honestas, simples e simplórias, púdicas e "anjas", sem ligarem a pormenores, desprezando certas e determinadas situações, cujos sentimentos são quase que virgens! e de repente tornam-se irreconhecíveis. Observam o próprio umbigo, apelidam-se de muito “boas” e esquecem que existe mais gente ao lado.
E o mais engraçado (sem graça, claro!) é que até me faço de parva, só para não me chatear e as puras singelas também fazem o mesmo. Que Mundo mais giro de se viver!
Conheço alguns casos destes e cada dia que Vivo constato que o Mundo está a transformar-se numa selva (mas, não é daquelas selvas dos circos!), em que até a formiga consegue atacar o leão… O dito Rei da Selva.

Onde andam as estrelinhas dos genes humanos?
Que brilham no escuro e que nos guiam pela imensidão da Vida?
Onde vagueiam?
Será que ainda existe pureza? Pureza de Alma?


Que posso eu fazer? Pergunto-me diariamente e tento encontrar resposta. Como ainda não a descobri, vou esvoaçando ao sabor do vento e acreditem que vou tentar manter sempre a minha estrelinha.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Palavras que Nunca te Direi

Acabei de rever este filme.

Dois grandes amores, um no passado e outro no presente, a recomeçar. E a indecisão com qual deles ficar: se o Garret se mantinha meio vivo, se viveria no presente para reencontrar um dos sentimentos mais bonitos da fase Humana.

Independente do final, que toda a boa gente conhece deste filme, ou do livro, e que se chora sempre como se víssemos a realidade junto do coração, conseguimos sempre tirar algumas mensagens:
1.Viver o presente como momento ÚNICO;
2.Deixar o passado, com ternura, na caixa de MEMÓRIAS;
3. Não acreditar num (sempre) FINAL FELIZ.

Sim, porque acho que os finais felizes não acontecem sempre. Temos que apanhar o bom vento e ir voando ao sabor da maré.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sobrinhos


Sobrinho é um sobrenome da onomástica da língua portuguesa, derivado da relação familiar correspondente ao filho do irmão ou da irmã.

Eu, nem sequer tenho irmãos para ter sobrinhos de sangue ( sou uma desgraça!), no entanto, já tenho alguns sobrinhos nascidos de laços familiares e de laços de amizade.

Esta semana nasceu o Francisco, sobrinho da parte do meu Sérgio. È uma pequena ternura, de tão pequeno e redondinho que é. Posso dizer que também é meu:), que vai voar comigo muitos dias ( isto se os pais deixarem e confiarem na tia). Vou ensiná-lo a ser Grande de Alma e Coração, para que seja a delicia da tia.

Depois, tenho muitos mais: a Mariana, o Bernardo, as Matildes, o Gonçalo, os Joãos, a Leonor, o Manel, o Francisco, os Afonsos, o Jonas, a Isabel, a Barbara, as Joanas, a Filipa, a Ana, o Martin. São sobrinhos de coração que gosto muito e que os adoro como se fossem meus de Sangue. Eté me chamam de tia!!!! Sou sortuda!
Muitos destes sobrinhos acompanhei-os desde embriões, até agora já mais graúdos. Bem giro que é todo este processo.

Gostava de ter os meus, mesmos meus, para ver a diferença : se os amaria de forma diferente, ou se tenho a já possuo essa capacidade de os amar tanto como se assim se tratassem.
Voam comigo com o Mundo nas mãos, em conjunto com os seus papás e mamas que também são os queridos por os deixarem ser meus SOBRINHOS!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ferida

Abris-te um rasgão, no meu peito, tipo ferida aberta que não fecha.
Diferente de todas as ditas “normais”, porque não tem côr, não tem cheiro! O sangue não está presente, mas não para de sangrar.


Sinto meu coração dormente e a minha Alma quieta para não alastrar mais.
Não tenho palavras que expressem o monte de sentimentos que me vão na Alma, pois o choro fica preso na garganta e a minha voz torna-se num som de tristeza.



Neste momento, não se cura com medicamentos, nem com ervinhas naturais, nem com mesinhas, nem rezas... Nada!



Tive de colocar a armadura de ferro, a veste já enferrujada, para não me verem assim, já que o golpe profundo é teimoso de cicatrizar.



Não é nada, mas é tudo! E quando penso que finalmente voltei a página de um livro, o livro fecha-se e retorno exactamente ao mesmo capítulo, à mesma página, à mesma linha e palavra.
Se for assim, prefiro não ler mais livros de Amor e deixar-me ficar sossegada, sem me embalar no baloiço da Vida e perder as minhas Asas para Voar...
Estou assim...

sábado, 16 de maio de 2009

Saudades

Tenho saudade de tudo..
De pegar no carro e conduzir para parte incerta, onde o destino me acarecia a vista e a Alma.


De ver o mar, sentir aquela brisa marítima a tocar-me na pele e pensar no quanto o Mundo é belo. De contar as vezes que a onda rebenta aos meus pés. De me sentar na areia molhada e sentir a minha bela calça de ganga a ficar molhada, mas ficar ali na mesma. De apanhar conchas e deixar a marca dos meus pés na areia. De desenhar um coração grande a dizer “ Amo-te”, com setinhas e tudo!


De ver neve. De ver a claridade dela, quando o sol a penetra com os seus raios e que até parece que a quer derreter com toda a sua fúria.

De sentir a terra debaixo dos pés, de apanhar flores e fazer um bouquet de várias cores, de ouvir os pássaros a cantar aquelas melodias que nos fazem sorrir ao dia. De apanhar joaninhas e observar aquelas pintinhas todas.




De estar á chuva, senti-la no meu corpo e dançar com ela no meio da rua com um chapéu de chuva, como nos filmes.


De viajar, conhecer outros destinos, pessoas e custumes. De descobrir lugares e sóis e luas de outros, que não me pertencem.


...
De estar sentada no sofá a ver filmes que me fazem derreter a Alma e "ranhosar-me " toda, ou então, daqueles que nos fazem rebentar o estomago de tanto rir.

De estar á varanda a ver a paisagem linda do meu castelo de encantar e pensar se ainda existem principes e dragões? Se alguma vez existiram e imagina-los ali mesmo. De olhar aquela paisagem do infinito, com a mistura de cidade/serra/campo.






De estar horas a fio a tomar banho e depois entrar na realidade que a água é um bem tão precioso.
De rever fotografias, rever músicas antigas e sentir o passado a cair-me no pensamento.
...

De estar no colinho da mãe e sentir que sou dela e ela minha. De sentir que sou a menina dela e de ela me mimar, como sempre me mima. De a ouvir reclamar pela minha falta de presença, pela filha “ ingrata”... (são saudades, coitadinha!).

De estar com a minha avó. Ouvi-la dizer que me ama e que gosta tanto de mim, que tem saudades minhas e que nunca a vou visitar. Ouvi-la naquelas pequenas lamechas que para ela fazem a maior diferença do Mundo e que para mim, são meramente coisas da Vida.

De estar com a minha Nia, com o meu Adriano, com o meu puto... de estar com os meus de sangue, os meus primos, as minhas tias.
De estar com os meus amigos, de rir alto e a bom som e ficar com a sensação no final que o tempo é sempre pouco quando estamos com quem amamos.
De estar com os meus “sobrinhos” pequeninos e tentar perceber o que eles me dizem e cheirar aquela pele de bébes ( um cheiro irresistível!).
...
De estar a renhonhar na caminha, acordar nos braços do meu Amor e ouvir o quanto sou importante para ele e para a Humanidade ( tive piada, agora!).

…
Tenho saudades...que querem?...

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ti Amo

Não é uma expressão que use á muito tempo, como aquelas meramente usuais do “ok”.
Esta expressão tem sensivelmente um ano e não a uso com qualquer pessoa, nem em qualquer momento de Vôo.
Como já referi, só algumas pessoas têm o privilégio (sim, tenho de dizer privilégio) de as ouvir.
Para mim, além de quantificar o grau de sentimentos por quem a ouve ou a lê, quer também dizer o quão importante essa pessoa é para mim.
O meu Vôo não seria o mesmo sem os “ Ti Amo”... nem eu seria a mesma pessoa sem a existência de algumas pessoas tão especiais, tão amigas que Amo!

Tenho saudades de certos momentos com as Almas ouvintes dos “ Ti Amo”. No entanto, vou voando em busca desses momentos e dessas emoções.

Ahhhhhhh... Nunca hei-de riscar esta expressão do meu dicionário! Tenho de consiguir pintar o meu Céu da cor que eu quiser para poder encontrar coisinhas tão boas e expressivas como os " Ti Amo"!




domingo, 3 de maio de 2009

Dia da Mãe

Existimos por elas…
Sei que também dependemos os dos nossos pais (homens) para existirmos, mas as MÃES, sem questionar, são únicas.
A verdadeira essência de existirmos deve-se ás mães e como tal amamos sem limites.

As mães que mesmo cansadas, com muito trabalho, doentes, conseguem ter sempre um sorriso que nos ilumina a cara.
As mães que com algum sacrifício nos compõem a roupa, quando dormimos e nos beijam com ternura e com um alento de esperança.
As mães que mesmo do outro lado do Mundo sofrem por nós, como se de uma chaga aberta se tratasse, quando algo corre menos bem.
As mães que não são mães de sangue, mas que conseguem doar e dar todos os afectos como se de sangue se tratasse, em prólogo do bem-estar e segurança de um outro ser.
MÃE...dos primeiros passos, das primeiras palavras…
MÃE… das primeiras quedas, das primeiras cantorias…
MÃE… das primeiras papas, dos primeiros segredos…
MÃE… das primeiras letras, das primeiras contas…
MÃE… dos primeiros lanches, das primeiras bebedeiras…
MÃE… dos primeiros namorados, das primeiras lágrimas de desilusão…
MÃE… dos primeiros troféus, das primeiras conquistas…
MÃE… das primeiras saídas, das primeiras noitadas…
MÃE…
MÃE… sempre a primeira e que a acaba por ser, por vezes, também a última a desistir de nós.
A todas as Mães um Beijo ternurento e um agradecimento eterno por nós deixarem ser filhos.


À minha MÃE, em especial, gostaria de concretizar um sonho (que é pouco, para quem já me deu tanto), mas esse sonho é mais um desejo dela. Acredita que um dia ainda vou ter alguém que me chame a mim, de MÃE…


“Palavras para a Minha Mãe
Mãe, tenho pena.
Esperei sempre que entendesses as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
Sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.
Pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.
Às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo, a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.
Lê isto: mãe, amo-te. Eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes. "
“José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"

sábado, 25 de abril de 2009

Rio de Janeiro

Hoje apetecia lá estar.
Apanhar aquele sol, sentir aquele cheiro único, paladar aqueles sabores especias de certos frutos e alimentos que em mais nenhum lugar do Mundo existem.
È também engraçado ouvir aquele som das gentes com falas e verbos acabados em “ ando”e“ endo” ( como por exemplo “sonhando”, “vivendo”), aquelas palavras do paqueirando, onibus, do tudo legal?, do você... Sons e músicas que me fazem vibrar, tal como o samba em dias de festa.
Gostava de lá voltar, acreditem! Tenho saudades...
Ver o Cristo Redentor ( lá bem no alto), ir ao Neblon, ir á praia de Copacabana, visitar o Pão de Açucar, deslumbrar aquelas paisagens magnificas de lagos, rios, montanhas e mar... Tudo bem juntinho!

È pena, eu não aguentar a distancia, senão voa até lá. Mas, como borboleta os ventos das Americas empurram-me para a realidade. Enfim, talvez, um dia.

sábado, 4 de abril de 2009

Casar

Amo-te e quero viver contigo para sempre!

Vamos lá juntar os trapinhos?
Queres casar comigo?
Está na hora de formarmos familia...
São algumas frases que se usam para as pessoas casarem.
Mas, afinal o que é isto de casar?

Para mim, é uma mera burocracia de papéis. Se amamos uma pessoa e temos a mesma “ moeda” de retorno, para quê? Será que tenho esta ideia, porque já fui legitimamente casada? E eu que sou tão romantica, imaginem!
As pessoas não são de ninguem, mas tem de assinar aqueles papeis e gastar uma pipa de massa para tal. Onde tudo se resume a uma convivência digna e leal entre pessoas.
Depois vem tudo o resto: os convites, a fatiota, as fotografias, a boda, os presentinhos a oferecer e por aí adiante... Na minha modeste opinião, a melhor parte é mesmo o convivio entre as pessoas ( neste caso, convidados e a Lua de Mel!).

Não bastaria continuar com muito Amor e Sinceridade? Mesmo que a cabana fosse feita de cimento? Basta imaginar...
Mas, não … Este mundo condiciona-nos. Existem regras, etiquetas e afins, o “ bom tom”!
Existe depois o "pós" casório e isso é que a maior parte do pessoal gosta. Estar garantido e acomodar-se!
Eu não me quero acomodar, não e não. Não, porque não! Gostaria de viver em Amor eterno, sem condicionalismos, sem pressões, sem regras de Vida.
Quero demais ser Feliz, quero ter filhos, quero ser Mãe. Mas, será preciso tanta coisa para atingir estes meus objectivos? Digam lá...É?

Estou assim, que querem?... Hoje o meu Voo é baixo e irritante.
Mas, enfim... Termino com esta expressão: " Tudo vale a pena, quando a Alma não é pequena!"