terça-feira, 21 de julho de 2009

Per7ume - Intervalo (part especial de Rui Veloso)

Apeteceu simplesmente partilhar convosco esta música...

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Trovoadas

Não são simplesmente raios e aquele barulho ensurdecedor, as trovoadas.
Uma trovoada consiste num conjunto de fenómenos intensos associados a raios, relâmpagos, rajadas de vento, inundações, granizo e até tornados.
Para uma trovoada se formar é necessário que exista elevação de ar húmido numa atmosfera instável. A atmosfera fica instável quando as condições são tais que uma bolha de ar quente em ascensão pode continuar a subir porque continua mais quente do que o ar ambiente. Do mesmo modo, o ar mais frio tende a descer e a afundar-se enquanto se mantiver mais frio do que o ar na sua vizinhança.) Se elevação de ar é suficientemente forte, o ar arrefece até temperaturas abaixo do ponto de orvalho e condensa, libertando calor latente que promove a elevação do ar e «alimenta» a trovoada. Formam-se cumulonimbus isolados com grande desenvolvimento vertical alimentado pelas correntes ascendentes de ar.
As trovoadas podem-se formar no interior das massas de ar (a partir da elevação do ar por convecção - comum em terra nas tarde de Verão - quando o aquecimento da superfície atinge o seu pico - e sobre o mar nas madrugadas de inverno, quando as águas estão relativamente quentes); por efeito orográfico - (a barlavento das grandes montanhas) ou estar associadas a frentes - sendo mais intensas no caso das frentes frias.
As trovoadas mais fortes são geradas quando ar quente e húmido sobe rapidamente, com velocidades que podem chegar aos 160 km por hora, até altitudes mais elevadas e mais frias. Em cada momento há na ordem de 2000 trovoadas em progresso sobre a superfície da Terra. Os relâmpagos surgem quando as partículas de gelo ou neve de uma nuvem começam a cair de grande altitude em direcção à superfície e correspondem à libertação de energia devida à diferença de carga entre as partículas.

Existem trovoadas de sentimentos, onde na nossa Alma desobracham uma variedade múltipla de sensações e manifestações de energia.

Sentimo-nos péssimas, nestas alturas e com vontade de desaparecer no vento e reaparecer noutro lado do Mundo, Mundo esse que gostaríamos que fosse o q.b. de colorido, com o q.b. de alegrias.
As energias vêm á baila, as questões interiores são todas colocadas de uma só vez e o nosso cérebro deixa de funcionar racionalmente.

E agora? O que vamos fazer? Despimos o fato e deixamos ficar nuas por dentro? Ou lutamos por voar melhor?...
Pense sempre em desistir, mas ganho forças e recomeço, porque, depois da tempestade, vem sempre a Bonança, seja ela qual for, que nos deixa voar nestes caminhos de vida.

domingo, 12 de julho de 2009

Melancia

Para começar é uma fruta que gosto imenso e como é deliciosa, achei por bem, fazer um post sobre ela!
A melancia é uma fruta natural da Índia, pertence à mesma família da abóbora e do melão. É uma planta rasteira, com folhas grandes e flores pequenas, de cor amarela. A fruta pode ser arredondada ou alongada, com tamanho variável entre 25 e 75 cm. A casca é lisa, lustrosa, verde-clara, com estrias de um verde mais forte no sentido do comprimento (isto só para começar!). O seu interior é vermelha, com muitas sementes, achatadas e pretas. Há uma variedade de melancia, conhecida como melancia-japonesa ou katama, que tem polpa amarela.
Fresca, depois de um almoço, ou ao lanche, cai sempre bem um pedaço desse fruto tão divino.
A melancia é uma fruta altamente refrescante, ideal para ser consumida nas épocas de muito calor. Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água), além disso, possui também açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro e não engorda (boa!!!!).

Aparece de Verão e com ele também parte, por isso, Malta… Vamos lá comer uma bela talhada de melancia e de preferência nacional, porque o que é nacional é bom!


É verdade, existem enúmeros doces com melancia, pesquisem...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Caminhada do Arroz Doce


Foi mesmo doce esta caminhada e bem alegre por sinal.
Apesar do caminho ser agreste, tivemos uma bela sardinhada, acompanhado de belas taças de arroz doce.
Após o almoço, fomos até á Barreira da Bica, onde até se ouviu cantar o fado!
Obrigado pelo doce e pela companhia.

A minha Pequena Bailarina


Voamos até ao Mundo Mágico de emoções da minha pequena Inês.
Dançou a ritmo alegre e compenetrado, coisinha gira de se ver.
Consegui voar pelos meus tempos de miúda, onde sonhava um dia ser bailarina.