domingo, 9 de janeiro de 2011

Cumplicidades

Apeteceu-me divagar sobre este tema, que dá pano para mangas e para vestidos!

Talvez, por este fim-de-semana, ter passado por algumas cumplicidades (boas, claro!)!

Existem sempre momentos de cumplicidade.
Para mim, não é mais do que um clique entre seres, uma sintonia, uma amizade, um segredo!

Cumplicidade entre um casal, por exemplo, revela a confiança que existe entre ambos. Através da cumplicidade podemos mostrar o quanto confiamos numa outra pessoa. A afinidade existente entre os dois, faz com que a relação seja cúmplice, já que eles passam a ser um só, passam a ter um só coração, uma só vida e tudo isso, porque os dois se entregaram um ao outro.
Ser cúmplice um do outro é dividir tudo, todos os objectivos e sonhos. Desejos que, se vividos juntos, serão transformados em harmonia e serão representados pelo afecto, pelo amor, por uma vida repleta de bons princípios.

Cumplicidade entre amigos…
Tudo começa por afinidade e muita conversa e desabafos entre pessoas que têm alguns objectivos de Vida, em comum. Acabamos por relatar parte das nossas Vidas, dos nossos pensamentos e sentimentos e daí nasce a cumplicidade (sem até aparecer a cegonha!)
Temos momentos na nossa Vida que olhamos para alguém e como um clique sabemos o que ele nos quer dizer, sabemos o que está a sentir e tudo vai muito além da realidade crua e seca. São inúmeros momentos que vão criando história no livro das recordações que nos fazem aumentar este sentimento tão bom de cumplicidade!

Muitas são as outras cumplicidades: cumplicidade entre mãe e filha; cumplicidade entre irmãos; cumplicidade entre o Sol e a Lua... mas, fico-me por aqui (hoje!)!

Resumindo, cumplicidade é confiança, baseada em honestidade e humildade.
A cumplicidade é expressa por aquele olhar, aquele gesto, aquele sorriso, que somente as pessoas em causa, sentem.

O que desejo com este post? Que as pessoas em primeiro lugar sejam cumplices com elas próprias e que desfrutem de tudo de bom que uma cumplicidade pode trazer!

domingo, 28 de novembro de 2010

Vem aí o Natal!

Vem aí o Natal… aí pois é!!!!

Lá vai o pessoal, ao rubro, correr para os grandes espaços comerciais (que por sinal estão sempre á pinha, mesmo com a crise!) gastar tudo o que têm e não têm, para o belo do presentinho com um lacinho bonitinho.
Não posso censurar, nem devo! Acabo também por fazer compras e despender de um belo dia de Sol em troca de uma pilha de nervos, pois tento olhar para a carteira e adequar o guito com o presente e tento me abstrair da empolgação das cores, das músicas em prólogo de um: este já está!

Será que isto acontece a toda a gente? Será que já me esqueci do espírito de Natal? Será que estou a ficar cota?

Lembro-me de quando era pequena… ir ao musgo (será que ainda se lembrar que existe musgo?) com o meu querido Pai, de construir um presépio que era a nossa satisfação e o nosso encanto… o presépio tinha tudo: o menino nas palhinhas (que eu acabava por o tapar com um bocadinho de algodão para ele não ter frio, inocência!) o burro, a vaca, ovelhas, cães, um lago com cisnes, a lavadeira, o pastor, o homem a matar um porco, a padeira, moinhos, casas de todos os feitios… e até uma banda filarmónica! Que giro, recordar!

Depois, decorávamos o pinheiro que viraria a árvore de Natal, com as luzinhas pisca pisca, as bolas de cores, os belos dos chocolates ocos (deliciosos) e sempre, lá em cima, bem no cimo do pinheiro a estrela de natal, acompanhada de dois anjinhos (com asinhas deliciosamente bonitas!)

Os presentes… esses não era da minha preocupação… nessa altura só pedia á minha avó para ir ao sótão ver se o Pai Natal já lá tinha ido deixar alguns (e havia anos que até já tinha!). O único presente que eu tinha para oferecer era um beijinho, um granda xi-coração e ficar com os olhinhos a brilhar de contentamento!


Apetece-me dizer mais um disparates… mas, fico-me por estes ares frios!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mariza - Chuva


Não sei se pelo tempo, se pelo dia, apeteceu-me...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Caminhada em Sintra - Cabo da Roca


No passado fim de semana, voei até a Sintra para caminhar juntamente com pessoal amigo do Clube do Mato. A caminhada começou junto ao Cabo da Roca e caiu sobre a praia da Adraga.

Caminhada difícil, mas muito bonita. O orientador foi o Sr. Prof. Paulo Ferreira, ao qual agradeço ter-me levado ( a mim e a mais oito pessoas) a desfrutar paisagens únicas e esplêndidas!
Se quiserem caminhar ( em vez de voar) consultem o sitie http://www.clubedomato.com.pt/quemsomos.html

sábado, 16 de outubro de 2010

5 000 Visitas

Nunca achei grande graça a este tipo de posts, nos blogs, a referênciar o número de visitantes! Mas, desta vez, achei por bem fazê-lo!
Sabem que estive para desistir de "ter" um espaço meu ( sim, porque este meu espaço é quase um díário!), mas... como há sempre um mas... deixo-me estar!
Foi mesmo no dia Um de Fevereiro de 2009, que comecei a Voar entre Vós e agradeço, de vez em vez, aparecerem por aqui!
Parabêns para nós! E deixem-se voar por cá!

Deixo-vos com a primeira fotografia que publiquei!